Unificação Italiana
A unificação italiana teve início pelo reino de Piermonte-Sardenha, região norte da Península Itálica que era mais desenvolvida do que o centro e o sul. A burguesia industrial fazia muita questão da unificação, pois dessa forma o mercado consumidor aumentaria, e também facilitaria o comércio tendo a implantação de uma mesma moeda, impostos, etc. O processo de unificação aconteceu por meio de guerras. O Império Austro-Húngaro não queria ceder. Algum tempo depois, com o apoio de movimentos populares os piemonteses estraram em guerra. Conquistaram o reino da Lombardia depois da vitória. Chegando cada vez mais perto da unificação, ocorreu a anexação ao Piemente dos papais de Parma, Modena, Romagna e Toscana, tudo com o apoio de movimentos populares.
Depois houve a incorporação do reino das Duas Sicílias, movimento que foi liderado por tropas piemontesas. Em 1861 os Estados Pontifícios foram anexados a Alta Itália, formando o Reino da Itália, tendo Vitor Emanuel II como seu primeiro rei. Cinco anos depois anexaram o reino de Veneza com o apoio da Prússia. Faltava somente o anexo da Roma, que nessa época era protegida por militares da França, e em 1870 os franceses entraram em guerra contra a Prússia. Sem a proteção militar francesa os italianos transformaram-na na capital da Itália, que finalmente teve sua unificação concluída.
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