Unificação Alemã
A atual Alemanha estava antes fragmentada em 39 estados independentes, todos de língua alemã (entre eles a Áustria e a Prússia, os mais poderosos) que formavam a Confederação Germânica (Deutscher Bund).
Em 1862, o rei Guilherme I, da Prússia, nomeou Otto von Bismarck para o cargo de primeiro-ministro. Posteriormente chamado de Chanceler de Ferro pelo seu caráter monarquista e antiliberal, Bismarck defendia a unificação dos Estados Germânicos. Ele se aliou ao governo da Áustria e declarou guerra contra a Dinamarca, que possuía dois ducados germânicos. A vitória foi da Prússia e o primeiro-ministro propôs as mudanças desejadas, porém excluindo a Áustria. Esta, em desafronta, lançou guerra contra a Prússia, porém, foi vencida.
Sendo assim, os austríacos se submeteram às reformas de Bismarck e foi formada a Confederação Germânica do Norte, em que integravam os territórios da Prússia e os Estado Germânicos Setentrionais.

Para a França, esse movimento era uma ameaça ao equilíbrio de forças na Europa. Então Napoleão III exigiu que os Estados do sul não participasse da Confederação, caso contrário iria atacá-los. Em contrapartida a isso, o governo prussiano entrou em guerra contra a França, em julho de 1870. A vitória, mais uma vez, foi da Prússia, que prendeu Napoleão III em Paris. Além disso, os franceses tiveram de pagar uma indenização de 5 bilhões de francos e ceder os territórios de Alsácia e Lorena.
Em 1871, o Chanceler de Ferro utilizou o palácio de Versalhes para proclamar o Segundo Reich da Alemanha unificada, fazendo isso em represália à humilhação imposta por Napoleão Bonaparte ao dissolver o Primeiro Reich.
Em 1862, o rei Guilherme I, da Prússia, nomeou Otto von Bismarck para o cargo de primeiro-ministro. Posteriormente chamado de Chanceler de Ferro pelo seu caráter monarquista e antiliberal, Bismarck defendia a unificação dos Estados Germânicos. Ele se aliou ao governo da Áustria e declarou guerra contra a Dinamarca, que possuía dois ducados germânicos. A vitória foi da Prússia e o primeiro-ministro propôs as mudanças desejadas, porém excluindo a Áustria. Esta, em desafronta, lançou guerra contra a Prússia, porém, foi vencida.
Sendo assim, os austríacos se submeteram às reformas de Bismarck e foi formada a Confederação Germânica do Norte, em que integravam os territórios da Prússia e os Estado Germânicos Setentrionais.

Para a França, esse movimento era uma ameaça ao equilíbrio de forças na Europa. Então Napoleão III exigiu que os Estados do sul não participasse da Confederação, caso contrário iria atacá-los. Em contrapartida a isso, o governo prussiano entrou em guerra contra a França, em julho de 1870. A vitória, mais uma vez, foi da Prússia, que prendeu Napoleão III em Paris. Além disso, os franceses tiveram de pagar uma indenização de 5 bilhões de francos e ceder os territórios de Alsácia e Lorena.
Em 1871, o Chanceler de Ferro utilizou o palácio de Versalhes para proclamar o Segundo Reich da Alemanha unificada, fazendo isso em represália à humilhação imposta por Napoleão Bonaparte ao dissolver o Primeiro Reich.
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