Evolucionismo e Seleção Natural

   Charles Darwin foi um importante naturalista britânico, nascido no séc XIX. Ele é considerado o pai da Teoria da Evolução e da Seleção Natural, após publicar um livro chamado "O Centro do Universo". Sendo sua teorias bem aceitas pelos cientistas, a conclusão a que Darwin chegou marcou um importante período, pois negava o antropocentrismo ultrapassado do renascimento, que impedia avanços científicos. Até hoje essas pesquisas são utilizadas como base para a maioria dos estudos biológicos.
   O evolucionismo defende que todos os seres vivos surgiram de microrganismos, e foram evoluindo e se adaptando de acordo com as condições do meio que cada espécie habitava. Os seres humanos, por exemplo, teriam, segundo a tese de Darwin, um ancestral primitivo próximo dos macacos.
   Na seleção natural, o mais apto sobrevive, complementando o Evolucionismo e explicando o desaparecimento de espécies que existiam na antiguidade (onde ainda não havia ação antropológica para extingui-las).
   Mais tarde, no mesmo século, potências europeias usaram essa teoria como justificativa para explorar territórios com povos menos desenvolvidos economicamente e politicamente, como a África e a Ásia, afirmando que eram seres superiores estavam levando a prosperidade e salvação religiosa para essas tribos. A esse processo se deu o nome de Neocolonialismo.

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